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Agents of S.H.I.E.L.D 4×13: Análise de “BOOM”

Se o episódio passado foi o mais Philinda de todos, Coulson se esforçou bastante para tornar “BOOM” tão Philinda quanto. Enquanto ele e Mack estão em uma missão para tentar localizar Radcliffe e consequentemente obter May de volta, o resto da equipe está tendo que lidar com um novo inumano e Mace está se esforçando para encontrar seu lugar na equipe.

O novo episódio de Agents of SHIELD manteve as mesma características do episódio passado, equilibrando o ar cômico e mais descontraído do começo da série, com o tom mais maduro e dark que a série começou a adotar nas últimas temporadas, porém o episódio não manteve a mesma qualidade de “Hot Potato Soup”. 

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Jeffrey Mace está proibido de usar o soro que lhe concede superforça. Após alguns testes, Jemma descobre que o soro pode causar um ataque cardíaco no Diretor de fachada. Com isso, Mace se sente mais inútil que um despertador sem som e decidi que irá encontrar seu lugar na equipe para ser útil de alguma forma. Usando um linguajar típico dos esportes, isso me irritou um pouco, descobre que será uma espécie de bloqueador da equipe, utiliza mais uma vez o soro e acaba sendo muito útil ao impedir a chegada dos russos, enquanto Jemma, Fitz e Daisy capturam o novo Inumano explosivo, porém é capturado pelo Superior e seu destino fica nas mãos do odiador número 1 de inumanos. O que será de Mace?  

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O novo Inumano, tirando a parte do inumano, não é tão novo assim. Após ler o Darkhold, Anton descobre que através de Radcliffe, ele irá conseguir o que quer e para começar ele precisa achar todos os inumanos, incluindo aqueles que ainda não foram transformados. Radcliffe fornece a Anton cristais terríginos e ele incube Tucker Shockley de ir até Nadeer descobrir se ela é ou não uma inumana como seu irmão, mas ao deixar escapar a névoa terrígina, descobre-se que Tucker é um inumano, e durante sua transformação ele acaba explodindo o escritório de Nadeer e ela acaba morrendo.

Após a transformação e odiando o que acabou de se tornar, Tucker resolve usar seus poderes para acabar com a SHIELD e é aí que finalmente Daisy volta a ganhar mais espaço, sendo a maior responsável pela captura de Tucker. Em “BOOM” é possível ver a nova forma como Tremor, vem ganhado espaço, com uma postura mais séria e firme, Daisy vai assumindo as rédeas durante a ausência de Coulson e talvez a Daisy Diretora esteja próximo de acontecer.

FitzSimmons estão naquele entrosamento de primeira temporada, até completando as frases um do outro, mas ainda estão lá as mudanças trazidas pelas novas temporadas e Jemma está conseguindo ser uma namorada mais fofa, quase morrendo de susto quando Fitz se arriscou para impedir Tucker de explodir dentro do avião. Além de estarem cada vez mais casalzinho, FitzSimmons continuam provando seu valor para equipe e trabalhando com sintonia. E Fitz está desenvolvendo um detector de LMD, o que pode ser muito interessante para os próximos episódios, já que Radcliffe está delirando no poder do Darkhold.

Enquanto tudo isso acontece, Coulson através de ferramentas de reconhecimento facial acha a pista que precisava para chegar até Radcliffe, a verdadeira Aida, ou melhor, Agnes Kitsworth a dona do rosto que inspirou Radcliffe a criar Aida e que também é dona de um grande espaço no coração do cientista. Usando de chantagem emocional descarada, Coulson convence Agnes a ajudá-lo, mesmo com ela não querendo ver Radcliffe nem pintado de ouro, por tê-la abandonado quando não foi capaz de curá-la de seu tumor inoperável.

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Coulson e Mack armam uma estratégia para colocar as mãos em Radcliffe, mas Agnes acaba os traindo ao acreditar que o cientista teria a cura para sua doença. Com o fracasso da missão e com seu espírito pessimista atualizado, Mack apoia Coulson em não prosseguir na sua nova obsessão, mas ele se recusa a desistir. Afinal, como ele mesmo disse, May significa tudo para ele. *-*   

Com o Darkhold nas mão de Radcliffe e principalmente nas de Aida, eles realmente consegue criar um mundo inteiro, onde a consciência das pessoas pode viver para sempre, denominado de Estrutura e é lá que May está presa, e foi para onde Radcliffe enviou Agnes antes de seu corpo morre. Porém o mais interessante é que antes de Agnes morre, Aida a conhece e a androide, que me assusta um pouco, volta a ter um comportamento estranho e no final do episódio permite entender, que sua vontade de ser humana está cada vez mais forte.

“BOOM” tentou equilibrar características das duas fases da série, mas não agradou tanto quanto o último episódio e os efeitos especiais, que mereceram elogios na primeira parte da quarta temporada, neste episódio não mantiveram a qualidade. Contudo, “BOOM” teve bons momentos e deixou o público curioso, principalmente por Aida e May, que nos últimos segundos do episódio mostrou que não está reagindo a Estrutura tão bem quanto Radcliffe acredita estar.

E vocês, o que acharam de “BOOM”? Deixem seus comentários, críticas, sugestões e até a próxima!  😉 

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