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Crítica: Van Helsing – Zumbiros e muita ação!

Quando Van Helsing apareceu na minha lista da Netflix não tive dúvidas em dar o click, pois  já gostava muito da história vampiresca e depois de assistir ao primeiro episódio foi automático, pois é impossível parar de assistir.

A mistura de zumbis e vampiros, os zumbiros como eu gosto carinhosamente de chamá-los, vai delineando uma trama muito além de um holocausto zumba causado por uma epidemia patológica ou afins.

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Com o passar dos episódios vamos entendendo que existem questões muito maiores que envolvem a dominação dos vampiros e o melhor, o enredo é muito dinâmico. Resumiu as crises existências de todas as temporadas da turma de Walking Dead em poucos episódios e já pulou para a causa real de todos os acontecimentos apocalípticos.

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Van Helsing/Reprodução

O elenco é demais e já temos os nossos amadinhos e odiados da vez. A personagem principal Vanessa (Kelly Overton) é o centro da trama e herdeira da família Van Helsin que desperta de um coma em um mundo totalmente diferente do qual ela se lembrava e pra piorar, sem a filha. Durante os três anos que permaneceu dormindo, ela foi cuidada pelo incansável Axel e doutora. Como em todas as tramas onde a luta pela sobrevivência é o foco, não faltaram traições, reviravoltas, tripas e sanguinolência.

A impressão que tive é que eu achava muitas coisas sobre a história da série, mas a cada episódio ela toma caminhos diversos e surpreendentes, pois pela primeira vez vemos uma reversão do modo zumba, para um ex-zumbiro reabilitado e o episódio final é sensacional, deixando um clif-hanging demais!

Vale a pipoca, vale a maratona!

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